fbpx

 

      Palestras      

 

    Palestra:  O Método Judaico de Leitura e Estudo da Tanakh

A Tanakh é o conjunto de livros conhecidos como Antigo Testamento na cultura Ocidental, e corresponde ao que pode se chamar de Bíblia Judaica.

Seu estudo é realizado com o amparo de uma vasta literatura paralela e norteado por um sistema de técnicas hermenêuticas que possibilita atingir até quatro níveis de entendimento.

  Palestra: A Importância do Idioma Hebraico para o Estudo Bíblico

Conhecido como língua sagrada, o hebraico é o idioma pelo qual foram escritos 97% dos textos do Antigo Testamento.

A palestra abordará fatores que envolvem a leitura e os processos de tradução dos livros que compõem o Antigo Testamento, como variações idiomáticas, culturais e a distância histórica entre os leitores e os acontecimentos.

   

 

    Palestra:  Diálogo entre os Métodos Hermenêuticos Judaico e Cristão

Esta palestra é apresentada com dois enfoques teológicos distintos, um enfoque exegético baseado em técnicas hermenêuticas cristãs apresentadas por Lucas G. Vicente, e outro com enfoque exegético baseado em técnicas hermenêuticas judaicas.

O enfoque judaico analisa o texto bíblico utilizando as técnicas exegéticas de Rabi Akiva, estabelecendo a relação entre o texto de Samuel com a Parashah Shoftim, donde ressalta a mitzvah de proibição da prática da feitiçaria, que pela jurisprudência da Halakhah aplica-se também como proibição da consulta aos necromantes.

Uma vez estabelecidos os limites jurídicos da Torah e da Halakhah, a análise buscará nos textos do Talmud e da Kabbalah, embasamento para responder ao questionamento: é possível que o rei Saul tenha mesmo visto o profeta Samuel? Apresentando relatos talmúdicos acerca da interação entre os vivos e os mortos, bem como aventando nos textos kabbalísticos acerca da possibilidade de o espírito de um morto se manifestar por meio do corpo de uma pessoa viva.

O enfoque cristão analisa o texto utilizando as técnicas exegéticas convencionais ao processo hermenêutico cristão; estabelecendo seus comentários com base nas semelhanças e diferenças entre as duas abordagens: judaica e cristã, de forma a proporcionar um diálogo entre os métodos.

  Palestra: Lendo Bereshit Alef sob o prisma do Sefer Yetsirah, analisando-os em nível SOD

Esta palestra apresenta uma leitura do texto de Gênesis 1.1-31 relacionado os elementos do primeiro relato da Criação com a obra kabbalísca O Sefer Yetsirah (Livro da Formação), analisando-a em nível SOD e buscando evidenciar os elementos místicos presentes no relato da criação.

O texto de Bereshit Alef no idioma original (o hebraico) é repleto de informações que estão além das que podem ser obtidas nas melhores traduções, e tampouco, explorado no arcabouço da teologia tradicional.

Ele serve de base para sustentar o pilar de Maase Bereshit, onde, o relato da criação embasa um sem número de conceitos kabbalísticos, completado pelo texto de Maase Merkavah (Ezequiel 1), ambos são considerados os dois pilares da Kabbalah.

Explora-se o Sefer Yetsirah, um livro de seis capítulos (na versão curta) somando aproximadamente 65 versos, que apresentam os conceitos da Árvore da Vida, das Dez Sephirot, dos 231 Portões, e do emprego do Alefbeit (alfabeto) na Criação.

A leitura é recheada por exemplos extraídos por meio da técnica hermenêutica empregada em nível SOD: Guematria, apresentando algumas considerações dos conceitos místicos, que não seriam percebidas na leitura simples (nível Pshat), e impensável nas traduções.

   

 

      Lv 19.18 "V'Ahavtah l'reacha kamocha" 1311A.E.C. vs. 586A.E.C.

Faz parte do exercício acadêmico em ciências teológicas realizar investigações metodológicas sobre o escopo literário religioso, e os grupos de livros bíblicos não estão isentos dos processos de análises e verificações textuais.

Tomando como base as pesquisas e achados arqueológicos, os analistas textuais conseguem estabelecer as fases de desenvolvimento do idioma empregado na redação do texto bíblico, e dessa forma, ao analisar o próprio texto, conseguem inferir possíveis períodos de escrita para a parte do texto analisado. Conseguem inclusive, dividir o corpo textual total, um livro completo, ou mesmo grupo de livros, e atribuir-lhes possíveis datas de redação, e consequentemente, diferentes redatores.

A religião, por outro lado, compreende o texto como fruto de um processo de escrita inspirada por D-us, aceitando o autor indicado no texto do próprio livro, como autor autêntico, e geralmente, como único redator.

A presente análise debruçará sobre essa relação: autoria inspirada versus redator tardio, tomando o texto de Levítico 19.18b "Mas amarás o teu próximo como a ti mesmo", analisando o contexto histórico e social da possibilidade de redação inspirada, possivelmente em 1311A.E.C., versus a possibilidade de redação tardia, possivelmente após 586A.E.C., buscando compreender as implicações para o exercício da fé, em cada um dos casos.

 

 
     

 

  

 

  

Flyer Mod 2   Café Teológico UMESP 2 Sem 2021

Veja como foi

 

 

 

  

Veja como foi

 

    

 

  

Veja como foi

 

 

Veja como foi

 

  

Veja como foi

 

  

 

  

Veja como foi

 

  

Veja como foi

 

  

Veja como foi

 

 

     

Agende sua Palestra


Dados Pessoais:*
Escolaridade/Curso:
Religião e Denominação:
Endereço:
Descreva sua solicitação. Favor informar: data e horário, local ou plataforma, público alvo e quantidade estimada:*
Verificação de Integridade: