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O curso de Introdução ao Antigo Testamento aborda em 17 aulas assuntos das seguintes áreas de pesquisa: Línguas Bíblicas, Cultura e História Judaica, Estudos Bíblicos sobre o Antigo Testamento, Exegese e Mística Judaica, Direito Religioso  Judaico e Produção Acadêmica. 

Cronograma do Curso

Aula 01 - A importância do idioma hebraico para o estudo bíblico

Esta aula abordará o processo histórico de formação do idioma hebraico, tanto em caráter linguístico: apresentando as fases do processo evolutivo do idioma, quanto em caráter teológico: apresentando a visão dos sábios judeus de que o idioma hebraico foi usado pelo Criador em seu processo de criação de Gn 1. Abordará ainda, elementos que destacam a importância do uso do idioma hebraico para o estudo da Tanakh (Antigo Testamento).

Aula 02 - O que é idioma instrumental e o uso do grego e do aramaico no A.T.

Esta aula apresentará a definição de Idioma instrumental e sua empregabilidade no estudo dos textos da Tanakh (Antigo Testamento) escritos em grego e aramaico. Apresentará os distintos momentos históricos em que o povo judeu teve contato com estes idiomas e os textos produzidos nestes idiomas a partir de então.

Aula 03 - Aspectos da Cultura Judaica no A.T.

Esta aula apresentará elementos da cultura judaica, como a cosmologia, o patriarcado, as festas, alimentação e as orações; contudo, não fará o aprofundamento antropológico em busca da origem de influências destes costumes em outros povos. O recorte será apenas sobre os elementos citados, deixando o aprofundamento antropológico para o Curso de Aperfeiçoamento em Antigo Testamento.

Aula 04 - Algumas fases da História Judaica

Esta aula apresentará algumas fases da história judaica do período da Tanakh (Antigo Testamento), como o êxodo, a conquista das terras de K'naan (Canaã), os juízes, a monarquia, a divisão do reino, o período profético e por fim, o período pré e pós cativeiro babilônico.

Aula 05 - Método de leitura da Torah

Esta aula apresentará a divisão do calendário judaico, sua importância no ciclo de leituras bíblicas e de literatura paralela, para o judaísmo. Apresentará o método de divisão textual da Torah, e como por meio deste os judeus estudam o texto bíblico junto as obras da literatura religiosa judaica.

Aula 06 - Os 3 tipos de Profetas

Esta aula apresentará os três tipos de profetas presente no bloco de livros de Nevi'im (Profetas), fazendo uma breve abordagem de suas características e funções exercidas no transcurso da história dos judeus.

Aula 07 - Características de Ketuvim

Esta aula apresentará as características do bloco de livros de Ketuvim (Escritos), abordando autoria e detalhes importantes.

Aula 08 - Importância de Tehilim

Esta aula apresentará o livro de Tehilim (Salmos), fazendo um resumo de seu processo formativo até o período em que este bloco de livros atinge importância para o serviço litúrgico. Abordará ainda algumas características do livro de Salmos, bem como a aplicação prática e sua importância no universo religioso judaico.

Aula 09 - O que são Meguilot

Esta aula apresentará o bloco de livros denominado Meguilot (Rolos), e sua aplicação no calendário litúrgico judaico.

Aula 10 - Literatura Religiosa Judaica

Esta aula apresentará os grupos literários que compõem a Literatura Religiosa Judaica: Halakhah (Legislação - obras sobre leis e jurisprudência), Agadah (Histórias/Contos - obras sobre tradições), Midrashim (Comentários/Explicações - obras hermenêuticas), Apócrifos (Não oficial - obras paralelas aos textos bíblicos) e Kabbalah (Mística - obras com tratados místico-filosóficos).

Aula 11 - Exegese Bíblica

Esta aula fará uma breve apresentação dos recursos exegéticos cristãos e judaicos aplicados ao estudo bíblico.

Aula 12 - O que é Kabbalah

Esta aula apresentará a definição de o que não é Kabbalah, e o que é Kabbalah, esta que constitui o conjunto de obras místico-filosófica do judaísmo.

Aula 13 - Temos que falar em religião?

Esta aula apresentará a aplicação da disciplina de Religião Comparada, elencando a importância de se conhecer elementos de outras religiões que por vezes fundamentam a própria religião praticada, e como esse processo de conhecimento proporciona o respeito pela religiosidade do próximo.

Aula 14 - Aplicação do Texto Bíblico no Ensino Religioso

Essa aula buscará apresentar a disciplina de Ensino Religioso e a importância desta disciplina no processo pedagógico em dias atuais, buscará também demonstrar exemplos de aplicação do texto bíblico em sala de aula.

Aula 15 - Legislação Judaica

Esta aula apresentará elementos normativos da legislação judaica, sua fundamentação na Tanakh (Antigo Testamento) e sua jurisprudência nas obras de legislação judaica, bem como aplicações práticas no modo de vida judeu.

Aula 16 - Filosofia Judaica

Esta aula fará um breve resumo de filósofos judeus e sua importância para a Haskhalah (Filosofia Judaica).

Aula 17 - A Importância da Pesquisa Acadêmica para a Teologia

Esta aula apresentará elementos que sustentem a importância da pesquisa e da produção acadêmica para a ampla teologia (sem restrição de credo religioso).


O Hebraico Instrumental trabalha com as ferramentas da linguística para realizar a analise textual, com o objetivo de interpretar o texto escrito. O vocabulário constitui a primeira ferramenta do idioma instrumental, seguido pela gramática (conjunto de regras que regem o idioma) e por fim, os textos paralelos. 

O vocabulário é formado pelo uso de dicionários e léxicos, aliados à prática de tradução e analise textual; os livros de gramática auxiliam no desenvolvimento do analista textual na interpretação do texto; e, os textos paralelos provêm fonte para a comparação de versões, para a definição das opções textuais aplicáveis ao texto analisado.

O Hebraico para Giur é uma disciplina voltada para além da leitura das Brachot do Sidur, buscando desenvolver o aluno a capacidade para compreender o teor das bênçãos do livro de rezas, capacitando-o para entender as palavras pronunciadas, em seus níveis hermenêuticos pshat, ramez, drash e sod, tal qual se compreende os textos da Tanakh.

O Hebraico Moderno surge por volta de 1880 junto aos esforços do Movimento Nacional Judaico com o objetivo de restabelecer uma comunidade com caráter nacional no território do antigo Israel. Somente em 1948 esse ideal é alcançado e o idioma torna-se língua oficial do Estado Moderno de Israel. O Hebraico Moderno recebeu influência de vários idiomas, como árabe, ladino, iídiche, russo, inglês e outros idiomas.

A importância do idioma grego para o Antigo Testamento consiste na primeira tradução dos textos da Tanakh para o idioma grego originando a Septuaginta, afim de possibilitar a leitura dos textos sagrados para aqueles que não dominavam o hebraico.

A importância do idioma aramaico para o Antigo Testamento consiste na segunda tradução dos textos da Tanakh para o idioma aramaico, originando os Targumim afim de possibilitar a leitura dos textos sagrados os hebreus que não dominavam o hebraico.

A leitura dos textos da Tanakh encontram uma lacuna de aproximadamente 3000 anos entre os acontecimentos narrados e a leitura atual; seus costumes e cultura estavam acessíveis aos acontecimentos narrados para seus leitores contemporâneos. Entretanto, hoje, mesmo a mais preservada tradição não corresponde integralmente àquela descrita nos textos sagrados, desta forma, o estudo antropológico aplicado à cultura judaica bíblica, lança luz aos textos para que o leitor atual possa compreender e relacionar os costumes (e a diferença deles) com os vivenciados hoje em dia.

Três mil anos foram responsáveis pelo amadurecimento social, cultural e religioso do povo judeu, ocasionando o aprimoramento de tecnologias seu modo de viver entre as mais diversas culturas sociais, para onde se viram espalhados. Esta disciplina busca identificar quais costumes e tradições sofreram alterações, como evoluíram os conceitos de ética e moral, bem como os ritos religiosos, das comunidades judaicas inseridas entre as diversas culturas da diáspora, entre o período imediatamente posterior a destruição do Segundo Templo, no ano 70 E.C. até os dias atuais.

A Bíblia Judaica narra a história da humanidade desde o primeiro casal: Adão e Eva, estabelecendo uma linhagem que se estende até ancestrais de Abrão. Contudo, a história dos hebreus/judeus (para contextualizar o termo moderno) tem origem nas peregrinações de Abrão, narradas no Livro de Gênesis, historicamente culminando no livro de Malaquias. Nesta primeira parte da disciplina de História do Judaísmo, nos ateremos aos eventos narrados nos livros sagrados e nos eventos encontrados em literatura histórica paralela, cobertos por este período.

A História Judaica Tardia acompanhará os relatos históricos do período imediatamente posterior à destruição do Segundo Templo de Jerusalém, até o final do império romano. Acompanhando a divisão ocidental do período histórico anterior à Idade Média. Buscaremos as rotas migratórias seguida pelos judeus na segunda diáspora, afim de encontrar seus assentamentos iniciais, e destes, trazer à luz relatos das dificuldades e progressos empreendidos pelos judeus, em busca de sobrevivência.

Marcada pela Queda do Império Romano no Ocidente, em 476 E.C., e pela Tomada de Constantinopla, pelos Turcos, em 1453 E.C.; a Idade Média representou um período de evolução para a história da humanidade. Os judeus não passariam este período da história sem registrar avanço e sofrimento, em sua incansável busca por um território pacífico para se estabelecerem e viver de acordo com sua fé, costumes e leis peculiares.

A Modernidade aparentemente trouxe um considerável avanço no quesito humanismo, marcado principalmente pelas medidas de Direitos Humanos, mas a idade moderna parece ainda não ter assimilado  estes princípios, pois, incontáveis são as atrocidades cometidas entre povos ao longo do globo. Invariavelmente, algumas destas atrocidades estiveram (e ainda estão) direcionadas contra os judeus. Os sofrimentos foram constantes nos Pogrons russos, na Primeira Guerra e na Segunda Guerra. 

Atualmente, convivem constantemente com ameaças de aniquilação, por parte de desafetos radicais islâmicos e resquícios nazifascistas. Mas sua história não foi marcada somente por desgraças, afinal, desde Abrão, lhe foi outorgada a missão de ser luz para o mundo, e seus inúmeros nobéis, cientistas, filósofos e líderes religiosos conduziram as mais variadas cores de centelhas de luz para a negritude deste mundo.


A arqueologia é a ciência que, dedicada à pesquisa de sítios arqueológicos na terra de Israel e em toda a Região do Levante, mais tem contribuído para lançar luz aos eventos e possibilidades históricas, narrados nos textos da Tanakh.

Por vez a arqueologia questiona as narrativas, o que é natural dada a ausência de evidência encontradas nas escavações, o que gera relativo descontentamento dos segmentos religiosos, mas deve ser entendido no espaço acadêmico, como um processo de questionamento científico, e não de negação bíblica.

Por vez a arqueologia apoia e quando possível confirma narrativas, personagens, eventos, locais, etc., presentes nos textos da Tanakh, o que gera fervor religioso nos segmentos religiosos, mas até mesmo as confirmações devem ser entendidas como processo científico, e que por autenticar um relato bíblico, contribui para melhor entendimento do mesmo, ao adicionar elementos palpáveis.

A Lei, o conjunto dos livros Bereshit, Shemot, Vaikrá, Bamidbar e Devarim, compõe a primeira divisão do conjunto de Livros Sagrados da tradição religiosa escrita judaica; tem autoria atribuída a Mosheh Rabeinu, e é o cerne histórico e jurídico de todas as correntes religiosas do judaísmo.

Profetas Anteriores, conhecidos como profetas maiores, o conjunto dos livros Yehoshua, Shoftim, Shmu’el e Melakhim, compõe a segunda divisão de Livros Sagrados, e a primeira divisão dos livros proféticos, do conjunto de Livros Sagrados da tradição religiosa escrita judaica; difere dos livros dos profetas maiores da tradição cristã, por conter obras classificadas como histórico por esta segunda.

Profetas Posteriores ou Outros Profetas, conhecidos como profetas maiores e menores, o conjunto dos livros Yeshayahu, Yirmiyahu, Yehezq’el, Hoshea, Yo’el, Amos, Ovadyah, Yonah, Mikhah, Nakhum, Habaquq, Tsefania, Haggai, Zekharia e Malakhi, compõe a segunda divisão de Livros Sagrados e dos livros proféticos, do conjunto de Livros Sagrados da tradição religiosa escrita judaica.

Escritos, o terceiro conjunto de livros Sagrados da tradição religiosa escrita judaica é composto por três grupos de livros: haSifrei Emet (os Livros da  Verdade), classificados como Livros Poéticos, composto por Tehilim, Mishlei e Iyyov; haChamesh Meguilot, classificados como Os Cinco Rolos, composto por Shir haShirim, Ruth, Eikhah, Kohelet e Esther; e, Ketuvim Acharei (Outros Escritos), classificados como Livros Históricos, comporto por Daniel, Ezra e Divrei haYamim.

Louvores, este livro compõe o terceiro grupo de livros da tradição religiosa escrita judaica: Ketuvim. Tehilim é dividido em três livros, sendo um de autoria atribuída a David, com 73 salmos; os demais têm autorias atribuídas a outros autores, como: Assaf, Korah, Shlomo, Hemã e Etã, e ainda a Mosheh. Entre os temas dos salmos, existe lamentos, profecias e principalmente louvores. O Estilo literário é predominantemente poético, inclusive com pontuação específicas.

Meguilot e Outros Escritos, o conjunto de livros Shir haShirim, Ruth, Eikhah, Kohelet e Esther, fazem parte do terceiro grupo de livros da tradição religiosa escrita judaica: Ketuvim. Estes livros apresentam um conjunto particular de tradição, tendo leitura específica para algumas festas judaicas. Shir haShirim é lido em Pessach, Ruth é lido em Shavuot, Eikhah é lido em Tishá B’Av, Kohelet é lido em Sukkot e, Esther é lido em Purim.

O conjunto de livros apócrifos, deixado de fora do Cânon Judaico, composto basicamente por: Testamento de Adão, Apocalipse de Moisés, I e II Esdras, II e III Baruque, Livros de Macabeus e, muitos outros, contribuem para o estudo da Tanakh, uma vez que além de serem escritos em período contemporâneos, ora complementam, ora elucidam, assuntos tratados na Tanakh de forma mais sucinta.

Até a conclusão do Cânon Judaico e sua ratificação pelo concílio de Yavne, existiam duas tradições concomitantes: a escrita, constituída pelos livros da Tanakh e por seus apócrifos; e a oral, constituída de ensinamentos passado de ancião/rabino a discípulo de geração em geração. Esta tradição constituía-se de histórias, jurisprudências, exegeses e hermenêuticas, mística e filosofia alicerçadas nos textos sagrados.

Adão, Enoch, Abraão, Isaac, Jacó, Moisés, Elias são os únicos que tiveram contato direto com o Criador. Para os demais, o mais próximo que podem chegar Dele é em oração ou, por meio dos estudos da Tanakh.

Mas o que fazer quando não encontramos elevação espiritual suficiente para depreender dos textos sagrados a compreensão do Criado? 

O escrutínio metafísico pode ser guiado por meio do estudo dos textos sagrados produzidos por aqueles que estiveram mais próximos do Criador. Além dos textos da Tanakh, encontramos um leque de textos no rol de textos kabbalísticos.


Diferentemente do que ocorreu com a exegese cristã que foi reprimida pela hegemonia católica apostólica romana de leitura e interpretação dos textos sagrados do cristianismo, inclusive sua versão bíblica; a exegese judaica seguiu em sentido contrário, influenciada pelos estudos da Torah Oral, e das interpretações dos textos da Tanakh por meio dos midrashot, Talmudot, e da halakhah e Kabbalah.

A exegese cristã lança mão de técnicas literárias relativamente modernas de análise textual. Parte do pressuposto científico e basicamente lógico. Dispensa a interpretação metafísica, abrindo mão de abordagens místicas.

Desde que o homem passou adotou a concepção politeísta e, por meio de contato entre povos distintos, uma das primeiras consequências destes encontros, era a constatação de diferentes formas de fazer e vivenciar suas práticas religiosas. Logo constatavam que a religiosidade vivida por um povo, diferia daquela vivida por outro povo. A comparação desta diferença originou o estudo das religiões comparadas, lógico que não com os métodos e o rigor científico atual. Mas ainda assim, faziam esse estudo e, por vezes o interesse era em converter os povos vizinhos às suas práticas, de forma a torná-los suscetíveis a uma legislação e até a uma tributação mais favorável.

Nesta disciplina faremos um recorte dos elementos religiosos judaicos e, seus correspondentes em outras religiões, de forma a compreendê-los em sua singularidade (não encontrado paralelo em outras religiões), semelhança (com algum paralelo em outras religiões) e influência (origem de influência ou resultado de influência em relação a outras religiões).


A escola é um ambiente destinado a transformação intelectual, onde a criança/jovem é estimulada a pensar, desenvolver seu raciocínio, sociabilizar e aprender novos conceitos, técnicas e saberes.

É justamente neste ambiente que a criança/jovem compartilha suas tradições, valores e crenças. Por ser um espaço social, deve primeiramente ser laico e ao mesmo tempo plural. Entre os princípios de laicidade e pluralidade, discute-se se a escola deve formar o conceito religioso das crianças?

Certamente ela não deve exercer influência na formação conceitual de fé, mas sim, nortear a existência de múltiplas possibilidades e, principalmente, demonstrar a existência de um diálogo entre as semelhanças e diferenças de valores morais, éticos e teológicos, das diversas religiões.


A legislação judaica básica encontra-se ao longo dos 5 livros da Torah, escrita por Moisés, e denominada Mitsvot de-oraita, e constituem o código penal indiscutível, estabelecido por decreto divino. Seguindo a tradição oral, encontramos a legislação judaica complementar denominada Mitzvot de-rabanan, esta, encontra-se na Mishnah e nos tratados rabínicos halakhicos, como: Shulchan Aruch (Mesa Posta) por Joseph Karo, Kitzur Shulchan Aruch (Mesa Posta Abreviado) por Shlomo Ganzfried, Mishneh Torah (Repetição da Torah) por Rambam, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Saadia Gaon, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Rambam, Sefer haChinuch (Livro da Educação) por Aharon Halevi, Sefer haMitzvot haGadol (Grande Livro de Mandamentos) por Moisés ben Jacó de Coucy, Sefer haMitzvot haKatan (Pequeno Livro de Mandamentos) por Isaac de Corbeil, Sefer Yere’im (Livro dos Tementes) por Eliezer de Metz e, Sefer haMitzvot por Israel Meir Kagan. 

No total são 613 mitzvot, entretanto, devido a fatores específicos de cada mandamento, nem todos estão vigentes para todos os judeus. Hoje, 271 mitzvot são aplicáveis, sendo 194 mitzvot lo asseh (proibitivos) e 77 mitzvot asseh (imperativos); destas, 26 só se aplicam na Terra de Israel; enquanto outros isentam as mulheres e crianças menores, de os praticar. As 342 mitzvot restantes dependem da constituição de um Beit Din (Tribunal Rabínico, mais especificamente o Sanhedrin), e do Beit Hakmidash (Templo). 

Abordaremos os mandamentos seguindo a ordem da Mishnah, onde no tratado de Zeraim abordaremos as leis das rezas e bênçãos, dízimos e leis agrícolas, comentando-a com os complementos e explicações correspondentes do Kitzur Shulchan Aruch e do Sefer HaMitzvot.


A legislação judaica básica encontra-se ao longo dos 5 livros da Torah, escrita por Moisés, e denominada Mitsvot de-oraita, e constituem o código penal indiscutível, estabelecido por decreto divino. Seguindo a tradição oral, encontramos a legislação judaica complementar denominada Mitzvot de-rabanan, esta, encontra-se na Mishnah e nos tratados rabínicos halakhicos, como: Shulchan Aruch (Mesa Posta) por Joseph Karo, Kitzur Shulchan Aruch (Mesa Posta Abreviado) por Shlomo Ganzfried, Mishneh Torah (Repetição da Torah) por Rambam, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Saadia Gaon, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Rambam, Sefer haChinuch (Livro da Educação) por Aharon Halevi, Sefer haMitzvot haGadol (Grande Livro de Mandamentos) por Moisés ben Jacó de Coucy, Sefer haMitzvot haKatan (Pequeno Livro de Mandamentos) por Isaac de Corbeil, Sefer Yere’im (Livro dos Tementes) por Eliezer de Metz e, Sefer haMitzvot por Israel Meir Kagan. 

No total são 613 mitzvot, entretanto, devido a fatores específicos de cada mandamento, nem todos estão vigentes para todos os judeus. Hoje, 271 mitzvot são aplicáveis, sendo 194 mitzvot lo asseh (proibitivos) e 77 mitzvot asseh (imperativos); destas, 26 só se aplicam na Terra de Israel; enquanto outros isentam as mulheres e crianças menores, de os praticar. As 342 mitzvot restantes dependem da constituição de um Beit Din (Tribunal Rabínico, mais especificamente o Sanhedrin), e do Beit Hakmidash (Templo). 

Abordaremos os mandamentos seguindo a ordem da Mishnah, onde no tratado de Moed abordaremos as leis do Shabat e das Festas Judaicas, comentando-a com os complementos e explicações correspondentes do Kitzur Shulchan Aruch e do Sefer Ha-Mitzvot.


A legislação judaica básica encontra-se ao longo dos 5 livros da Torah, escrita por Moisés, e denominada Mitsvot de-oraita, e constituem o código penal indiscutível, estabelecido por decreto divino. Seguindo a tradição oral, encontramos a legislação judaica complementar denominada Mitzvot de-rabanan, esta, encontra-se na Mishnah e nos tratados rabínicos halakhicos, como: Shulchan Aruch (Mesa Posta) por Joseph Karo, Kitzur Shulchan Aruch (Mesa Posta Abreviado) por Shlomo Ganzfried, Mishneh Torah (Repetição da Torah) por Rambam, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Saadia Gaon, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Rambam, Sefer haChinuch (Livro da Educação) por Aharon Halevi, Sefer haMitzvot haGadol (Grande Livro de Mandamentos) por Moisés ben Jacó de Coucy, Sefer haMitzvot haKatan (Pequeno Livro de Mandamentos) por Isaac de Corbeil, Sefer Yere’im (Livro dos Tementes) por Eliezer de Metz e, Sefer haMitzvot por Israel Meir Kagan. 

No total são 613 mitzvot, entretanto, devido a fatores específicos de cada mandamento, nem todos estão vigentes para todos os judeus. Hoje, 271 mitzvot são aplicáveis, sendo 194 mitzvot lo asseh (proibitivos) e 77 mitzvot asseh (imperativos); destas, 26 só se aplicam na Terra de Israel; enquanto outros isentam as mulheres e crianças menores, de os praticar. As 342 mitzvot restantes dependem da constituição de um Beit Din (Tribunal Rabínico, mais especificamente o Sanhedrin), e do Beit Hakmidash (Templo). 

Abordaremos os mandamentos seguindo a ordem da Mishnah, onde no tratado de Nashim abordaremos as leis do casamento e divórcio, algumas formas de juramentos e as leis do nazir, comentando-a com os complementos e explicações correspondentes do Kitzur Shulchan Aruch e do Sefer HaMitzvot.


A legislação judaica básica encontra-se ao longo dos 5 livros da Torah, escrita por Moisés, e denominada Mitsvot de-oraita, e constituem o código penal indiscutível, estabelecido por decreto divino. Seguindo a tradição oral, encontramos a legislação judaica complementar denominada Mitzvot de-rabanan, esta, encontra-se na Mishnah e nos tratados rabínicos halakhicos, como: Shulchan Aruch (Mesa Posta) por Joseph Karo, Kitzur Shulchan Aruch (Mesa Posta Abreviado) por Shlomo Ganzfried, Mishneh Torah (Repetição da Torah) por Rambam, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Saadia Gaon, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Rambam, Sefer haChinuch (Livro da Educação) por Aharon Halevi, Sefer haMitzvot haGadol (Grande Livro de Mandamentos) por Moisés ben Jacó de Coucy, Sefer haMitzvot haKatan (Pequeno Livro de Mandamentos) por Isaac de Corbeil, Sefer Yere’im (Livro dos Tementes) por Eliezer de Metz e, Sefer haMitzvot por Israel Meir Kagan. 

No total são 613 mitzvot, entretanto, devido a fatores específicos de cada mandamento, nem todos estão vigentes para todos os judeus. Hoje, 271 mitzvot são aplicáveis, sendo 194 mitzvot lo asseh (proibitivos) e 77 mitzvot asseh (imperativos); destas, 26 só se aplicam na Terra de Israel; enquanto outros isentam as mulheres e crianças menores, de os praticar. As 342 mitzvot restantes dependem da constituição de um Beit Din (Tribunal Rabínico, mais especificamente o Sanhedrin), e do Beit Hakmidash (Templo). 

Abordaremos os mandamentos seguindo a ordem da Mishnah, onde no tratado de Nezikin abordaremos a lei civil e criminal, o funcionamento dos tribunais e juramentos, comentando-a com os complementos e explicações correspondentes do Kitzur Shulchan Aruch e do Sefer HaMitzvot.


A legislação judaica básica encontra-se ao longo dos 5 livros da Torah, escrita por Moisés, e denominada Mitsvot de-oraita, e constituem o código penal indiscutível, estabelecido por decreto divino. Seguindo a tradição oral, encontramos a legislação judaica complementar denominada Mitzvot de-rabanan, esta, encontra-se na Mishnah e nos tratados rabínicos halakhicos, como: Shulchan Aruch (Mesa Posta) por Joseph Karo, Kitzur Shulchan Aruch (Mesa Posta Abreviado) por Shlomo Ganzfried, Mishneh Torah (Repetição da Torah) por Rambam, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Saadia Gaon, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Rambam, Sefer haChinuch (Livro da Educação) por Aharon Halevi, Sefer haMitzvot haGadol (Grande Livro de Mandamentos) por Moisés ben Jacó de Coucy, Sefer haMitzvot haKatan (Pequeno Livro de Mandamentos) por Isaac de Corbeil, Sefer Yere’im (Livro dos Tementes) por Eliezer de Metz e, Sefer haMitzvot por Israel Meir Kagan. 

No total são 613 mitzvot, entretanto, devido a fatores específicos de cada mandamento, nem todos estão vigentes para todos os judeus. Hoje, 271 mitzvot são aplicáveis, sendo 194 mitzvot lo asseh (proibitivos) e 77 mitzvot asseh (imperativos); destas, 26 só se aplicam na Terra de Israel; enquanto outros isentam as mulheres e crianças menores, de os praticar. As 342 mitzvot restantes dependem da constituição de um Beit Din (Tribunal Rabínico, mais especificamente o Sanhedrin), e do Beit Hakmidash (Templo). 

Abordaremos os mandamentos seguindo a ordem da Mishnah, onde no tratado de Kodashim abordaremos as leis dos rituais de sacrifícios, as actividades do Templo e as leis alimentares, comentando-a com os complementos e explicações correspondentes do Kitzur Shulchan Aruch e do Sefer Ha-Mitzvot.


A legislação judaica básica encontra-se ao longo dos 5 livros da Torah, escrita por Moisés, e denominada Mitsvot de-oraita, e constituem o código penal indiscutível, estabelecido por decreto divino. Seguindo a tradição oral, encontramos a legislação judaica complementar denominada Mitzvot de-rabanan, esta, encontra-se na Mishnah e nos tratados rabínicos halakhicos, como: Shulchan Aruch (Mesa Posta) por Joseph Karo, Kitzur Shulchan Aruch (Mesa Posta Abreviado) por Shlomo Ganzfried, Mishneh Torah (Repetição da Torah) por Rambam, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Saadia Gaon, Sefer haMitzvot (Livro dos Mandamentos) por Rambam, Sefer haChinuch (Livro da Educação) por Aharon Halevi, Sefer haMitzvot haGadol (Grande Livro de Mandamentos) por Moisés ben Jacó de Coucy, Sefer haMitzvot haKatan (Pequeno Livro de Mandamentos) por Isaac de Corbeil, Sefer Yere’im (Livro dos Tementes) por Eliezer de Metz e, Sefer haMitzvot por Israel Meir Kagan. 

No total são 613 mitzvot, entretanto, devido a fatores específicos de cada mandamento, nem todos estão vigentes para todos os judeus. Hoje, 271 mitzvot são aplicáveis, sendo 194 mitzvot lo asseh (proibitivos) e 77 mitzvot asseh (imperativos); destas, 26 só se aplicam na Terra de Israel; enquanto outros isentam as mulheres e crianças menores, de os praticar. As 342 mitzvot restantes dependem da constituição de um Beit Din (Tribunal Rabínico, mais especificamente o Sanhedrin), e do Beit Hakmidash (Templo). 

Abordaremos os mandamentos seguindo a ordem da Mishnah, onde no tratado de Tahorot abordaremos as leis de pureza e impureza, incluindo a impureza do morto, as leis da pureza ritual dos sacerdotes (‘Cohanim’), as leis da “pureza familiar” (as leis menstruais) e outras, comentando-a com os complementos e explicações correspondentes do Kitzur Shulchan Aruch e do Sefer HaMitzvot.


Os judeus estiveram espalhados pelo mundo, desde a segunda diáspora judaica; e, embora vivessem no meio das nações estrangeiras, viviam em comunidades restritas a seus pares. Ainda que buscassem o isolamento, não é verdade dizer que privam-se do contato com outros povos, de forma que exercitaram uma de suas mais marcantes características: o estudo e a erudição. Assim a filosofia judaica teve seu renascimento na Idade Média, com o que ficou conhecido como Haskhalah: Iluminismo Judaico. Sua influência vem tanto da mística kabbalística, quanto da filosofia clássica grega, como as escolas de Platão e Aristóteles. Podemos caracterizar ao menos três escolas filosóficas, a Racionalista, a Crítica ao Intelectualismo, e a Ascética-Espiritual.

O Desenvolvimento de Artigos Acadêmicos aborda os conhecimentos necessários para a produção de artigos acadêmicos, como técnicas de leituras e técnicas de escrita.

Metodologia Científica engloba o conjunto de técnicas necessárias para a realização de projetos de pesquisa, artigos acadêmicos, trabalhos de conclusão de curso, teses e monografias.

Sua base é norteada pelas normas estabelecidas pela Associação Brasileira de Normas Técnicas e, pelas regras e modelos para confecção de publicações científicas, estabelecidas pelas mais renomadas faculdades e universidades do país.


Sala de aula para os alunos dos cursos de Hebraico Bíblico e Leitura e Compreensão das Brachot do Sidur, ministrados aos membros do Grupo Amigos da Kolenu.

Sala de Aula da turma iniciada em maio de 2021

Objetivo:

Ensinar o Idioma Hebraico focado na leitura, entendimento e tradução do texto da Bíblia Hebraica, com material didático próprio e produzido com amparo pedagógico de elementos da história, cultura e sabedoria judaica

Metodologia:

Maiêutica supervisionada e com a finalidade de preparação do aluno para o conteúdo, seguida de aula expositiva e interativa.

No módulo de alfabetização, não se emprega conteúdo de vocabulário, em seu lugar dá-se ênfase para o suporte pedagógico de conteúdo cultural e da tradição religiosa judaica.

Após a alfabetização a gramática é aplicada junto a leitura, compreensão e análise de textos da Bíblia Hebraica, visando prover ao aluno conteúdo vocabular e de tradição, história, cultura, e teologia do Antigo Testamento.

Ambiente de aula:

1 aula via Google Meet, nas terças-feiras, das 21h às 23h reprisada Via Google Meet no domingo das 08h30min às 10h30min (exceto feriados judaicos), com suporte de plataforma de Ambiente Virtual de Aprendizagem, onde é disponibilizado o material didático, exercícios, fórum e suporte a dúvidas, além de uma gravação em vídeo, do mesmo conteúdo da aula.

Certificação:

Ao final dos 4 módulos, o aluno que atingiu ao menos 75% da média, tem direito ao Certificado de Conclusão.


Sala de Aula da turma iniciada em outubro de 2021

Objetivo:

Ensinar o Idioma Hebraico focado na leitura, entendimento e tradução do texto da Bíblia Hebraica, com material didático próprio e produzido com amparo pedagógico de elementos da história, cultura e sabedoria judaica

Metodologia:

Maiêutica supervisionada e com a finalidade de preparação do aluno para o conteúdo, seguida de aula expositiva e interativa.

No módulo de alfabetização, não se emprega conteúdo de vocabulário, em seu lugar dá-se ênfase para o suporte pedagógico de conteúdo cultural e da tradição religiosa judaica.

Após a alfabetização a gramática é aplicada junto a leitura, compreensão e análise de textos da Bíblia Hebraica, visando prover ao aluno conteúdo vocabular e de tradição, história, cultura, e teologia do Antigo Testamento.

Ambiente de aula:

1 aula via Google Meet, nas terças-feiras, das 21h às 23h reprisada Via Google Meet no domingo das 08h30min às 10h30min (exceto feriados judaicos), com suporte de plataforma de Ambiente Virtual de Aprendizagem, onde é disponibilizado o material didático, exercícios, fórum e suporte a dúvidas, além de uma gravação em vídeo, do mesmo conteúdo da aula.

Certificação:

Certificação Modular, mediante avaliação oral e escrita, com peso 8, somada com a média baseada (acima de 75%) no envio dos exercícios semanais.


Sobre a Imagem:

RUBRICA - Esta é uma posição de culto de Yavneh.

CRÉDITO - Raz Kletter, Autoridade de Antiguidades de Israel

RESTRIÇÕES DE USO - Esta imagem só pode ser usada em conexão com o comunicado de imprensa "O achado do século em Yavneh lança luz sobre o antigo culto religioso na Palestina", publicado pela Universidade Johannes Gutenberg de Mainz em 17 de novembro de 2015.